Esse espaço será destinado ao
compartilhamento das pesquisas na disciplina GSE2 sobre as experiências dos
profissionais da educação, em especial, Pedagogos Gestores atuantes na função
de supervisores, orientadores educacionais e coordenadores, na Educação
Básica.
Trio Polo de Três Rios:
1) Eliza de Paula - Mat.: 15112080386
2) Luana Bitencourt - Mat.: 14112080299
3) Roberta de Souza Santana Guimarães - Mat.: 14112080306
O TRABALHO DO ORIENTADOR EDUCACIONAL NA SALA DE AULA
Essa reportagem sobre a orientação educacional chamou minha atenção, porque ela nos leva a perceber o grau de importância desse profissional no ambiente escolar, pois seu trabalho permite potencializar a aprendizagem dos alunos, tratando também de temas sensíveis no grupo escolar.
E isso é uma ótima oportunidade para ouvir as demandas dos envolvidos, analisar e resolver coletivamente os conflitos que surgem. Dessa forma, o orientador educacional pode ajudar os alunos a planejar, executar ações e colaborar na solução de problemas, relacionadas à aprendizagem, mas também no que diz respeito às relações sociais.
Bibliografia: http://gestaoescolar.org.br/comunidade/orientador-educacional-sala-aula-605875.shtml
Por: Eliza de Paula - Mat.: 15112080386
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“(...)o pedagogo é todo profissional que lida com a formação de sujeitos, seja em instituições de ensino, seja em outro lugar.” (LIBÂNEO, 2006, p.215)
Por: Luana Bitencourt - Polo Três Rios
A ideia de pedagogo vai muito mais além de ser um professor, mas ele é um pesquisador que atua além dos limites escolares, de uma forma bastante ampla, visto que ele trabalha não no processo de formação de alunos, mas sim, mo processo de formação humana e isso existe em espaços escolares e não-escolares também.
Por: Luana Bitencourt/ Roberta de Souza Santana Guimarães e Eliza de Paula (Polo Três Rios)
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Dando continuidade, achei esse texto do mesmo autor citado acima, que explica a função do pedagogo. Muitos associam o pedagogo a figura de professor e a função vai muito além disso, sendo o cientista da educação.
"Pedagogia é, então, o campo do conhecimento que se ocupa do estudo sistemático da educação do ato educativo, da prática educativa como componente integrante da atividade humana, como fato da vida social, inerente ao conjunto dos processos sociais. Não há sociedade sem práticas educativas. Pedagogia diz respeito a uma reflexão sistemática sobre o fenômeno educativo, sobre as práticas educativas, para poder ser uma instância orientadora do trabalho educativo. Ou seja, ela não se refere apenas às práticas escolares, mas a um imenso conjunto de outras práticas. O campo do educativo é bastante vasto, uma vez que a educação ocorre em muitos lugares e sob variadas modalidades: na família, no trabalho, na rua, na fábrica, nos meios de comunicação, na política, na escola. De modo que não podemos reduzir a educação ao ensino e nem a Pedagogia aos métodos de ensino. Por consequência, se há uma diversidade de práticas educativas, há também várias pedagogias: a pedagogia familiar, a pedagogia sindical, a pedagogia dos meios de comunicação etc., além, é claro, da pedagogia escolar." (LIBÂNEO, 2001, p. 6-7).
Por: Roberta de Souza Santana Guimarães - Polo: Três Rios
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Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia num mundo cada vez mais competitivo. A Síndrome de Burnout é uma das consequências deste ritmo atual: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes. O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e psicológicos da pessoa. Afinal, traduzindo do inglês, “burn” quer dizer “queima” e “out” significa “exterior”.
Em geral, a síndrome atinge profissionais que lidam direto e intensamente com pessoas e influenciam suas vidas. É o caso de pessoas das áreas de educação, assistência social, saúde, recursos humanos, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas.
SINTOMAS:
Os sintomas até podem se confundir com os da depressão: mudanças de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, falha da memória, ansiedade, tristeza, pessimismo, baixa autoestima, entre outros.
Além do tratamento, que inclui terapia e medicamentos, como antidepressivos, se faz necessária uma mudança no estilo de vida. A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem entrar para a rotina, pois ajudam a controlar os sintomas.
A qualidade de vida é uma das armas para prevenir a Síndrome de Burnout. E isso inclui cuidar da saúde, dormir e alimentar-se bem, praticar exercícios e manter uma vida social bem ativa.
Por: Luana Bitencourt/ Roberta de Souza Santana Guimarães e Eliza de Paula (Polo Três Rios)
Referência bibliográfica: http://www.uniica.com.br/artigo/sindrome-de-burnout-a-doenca-do-esgotamento-profissional/
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Texto Pessoal:Vejo que por todas as definições da Síndrome de Bournout, me parece que está doença é cada vez mais comum nos dias de hoje. No caso do ambiente escolar, vemos uma grande pressão e exigência que os professores sofrem para dar conta de cumprir esse ou aquele cronograma, prazos, datas, enfim...e, por muitas vezes, sem o apoio que precisa de todo o sistema educacional, da escola, dos alunos e dos pais, sente-se desvalorizado e é aí que o esgotamento começa, gerando essa Síndrome.
Algo que achei muito interessante a respeito dessa Síndrome é um de seus fatores característicos chamado de "despersonalização", que é o distanciamento emocional da pessoa que está com a Síndrome em relação ao outro. No caso do professor, o aluno é afetado por esse distanciamento e, daí a gente pode deduzir que grandes consequências no processo de ensino-aprendizagem começam a surgir, já que a qualidade do atendimento sofre impacto, logo, professor e alunos acabam sofrendo com tal problema.
Por: Luana Bitencourt (Polo Três Rios)
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Aqui nós achamos um vídeo interessante que explana um pouco mais sobre essa Síndrome:
Por: Luana Bitencourt/ Roberta de Souza Santana Guimarães e Eliza de Paula (Polo Três Rios)

A Síndrome de Bournout é caracterizada por um esgotamento não só físico mas, também emocional. Isso acaba se refletindo em atitudes negativas em relação ao trabalho do profissional. No caso do professor que sofre com essa Síndrome, as consequencias acabam se refletindo no processo de ensino-aprendizagem dos seus alunos, pois devido ao cansaço, a irritabilidade, ao desânimo etc, acabam desempenhando mal suas atividades. De certa forma os alunos começam a sofrer também com síndrome, é como se sofressem "por tabela", uma vez que passam a se sentir desanimados, desmotivados, devido ao tipo de ensino que possuem e a relação com o professor dentro da sala de aula durante esse processo.
ResponderExcluirPenso que é necessário que o educador, apesar de tantos problemas que sabemos ter no sistema educacional e que nos trazem tantos transtornos, tente se cuidar e não absorver tanto todos os problemas que vive. O aluno deve ser visto sempre como o centro do processo educacional, se esse centro é atingido, todo o processo por ir "por água abaixo".
Por: Luana Bitencourt (Polo Três Rios)
Excelente colocação, Luana! O professor que sofre dessa síndrome afeta diretamente os seus alunos pois não há um comprometimento com eles e esse fato acaba por comprometer o processo ensino-aprendizagem.
ResponderExcluirCreio que a prevenção é o melhor remédio. O professor deve evitar fatores que levam ao seu esgotamento como o excesso de tarefas. É importante realizar atividades prazerosas nos finais de semana, praticar alguma atividade fisica que provoque sensação de bem estar.
Por: Roberta de Souza Santana Guimarães