sexta-feira, 30 de setembro de 2016

VIOLÊNCIA NA ESCOLA

VIOLÊNCIA NA ESCOLA NÃO É BRINCADEIRA!!!
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Esse artigo nos leva a pensar na importância da integração entre gestores e toda a equipe escolar, pois dessa forma o trabalho pode alcançar um bom resultado.


VIOLÊNCIA x ESCOLA


Violência é um problema social e ela se manifesta em todos os lugares, no entanto, como educadores, gostaríamos que ela não estivesse presente no processo educativo, até porque a escola é um espaço de formação ética, moral e construção de valores. 



Infelizmente, a sociedade atual denota um cenário de violência em toda parte: nas ruas, em casa, crimes de colarinho branco,  latrocínios, contrabandos, e inserido num contexto com tantas divergências, é possível notar a perda de credibilidade dos jovens, em relação à uma sociedade mais justa, igualitária e menos desigual.

Diante disso, é de suma importância que as relações escolares possam ser construídas baseadas no respeito ao próximo, atitudes de amizade, tolerância, harmonia, integração das pessoas. Nesse sentido, é possível perceber a importância das ações dos gestores e de toda a equipe escolar, pois por meio dessas atitudes, será possível promover o desenvolvimento social.

https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001580;ord=1475242015510https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001579;ord=1475242051936
Nas escolas, é preciso que as relações traduzam respeito ao próximo, motivando e favorecendo a mudanças de comportamentos para que a transformação social aconteça de forma efetiva. 
Nesse sentido, gestores, coordenadores, orientadores, professores podem oportunizar momentos de reflexão, levantando discussões para propor soluções, de forma que a transformação realmente possa acontecer.
Assim, credibilidade e confiança são ferramentas que podem mostrar para as crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.

Bibliografia: 


Por : Eliza de Paula/ Luana Bitencourt/Roberta de Souza Santana Guimarães (Polo Três Rios)


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

TRIO TRÊS RIOS

Marisa Alessandra Diniz G Pereira- 14112080281
Juliane Silva do Nascimento Neponuceno- 14112080304

Paula Carolina D.Andrade Mauro - 14112080316


  
https://www.youtube.com/watch?v=M6EQh7WeVHI
Taís Araújo atualizou a foto do perfil.
6 h
Tá vendo essa menina com cara de brava na foto? Ela sofreu muito bullying na escola, mas aprendeu a se defender. Com apoio da família, trabalhando a autoestima e o amor próprio das crianças, não há espaço pra bullying. 😉 #SemanaDaCriança
Violência escolar 


As notícias não param na mídia quando o assunto é violência, está em todos os lugares.E em se tratando das escolas é o lugar onde também encontramos a reprodução do que acontece na sociedade e no dia a dia das crianças e adolescentes.A escola como instância de aprendizagem de conhecimentos e de valores, ética , tem-se configurado como um espaço de proliferação da violência, até mesmo mortes. É um espaço em que os alunos, em plena fase de desenvolvimento, se deparam com, constroem e elaboram experiências de violência. Todavia os alunos são ao mesmo tempo socializados e singulares; lapidados pela escola e pela sociedade, ao mesmo tempo constroem a si próprios.



Tipos de violência
A violência que as crianças e os adolescentes exercem , é antes de tudo, a que seu meio exerce sobre eles COLOMBIER et al.(1989). A criança reflete na escola as frustrações do seu dia-a- dia.
É neste contexto que destacamos os tipos de violência praticados dentro da escola .
  • Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)
  • Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente ao convívio diário do adolescente.
  • Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte , desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento". (ABRAMOVAY ; RUA , 2002, p.335) a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. ABRAMOVAY ; RUA ( 2002)
  • Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar, pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar das atividades das guangues " ABRAMOVAY et al. (1999)






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Bullying: como combater a agressão por meio da Inteligência Emocional


nfelizmente hoje em dia é muito comum vermos os mais diversos casos de bullying tanto em escolas como em empresas ou até mesmo em casa, com crianças, adolescentes ou adultos. Independentemente da idade ou do local, o bullying é um ato que afeta muito a vida de uma pessoa. E na mesma medida em que esses casos crescem aumenta também a preocupação da sociedade e, claro, das famílias brasileiras, afinal de contas, atos de bullying podem causar danos que, em alguns casos, podem ser simplesmente irreparáveis.
Como atualmente tem havido uma discussão extremamente construtiva sobre a utilização da Inteligência Emocional como forma de combate ao bullying, pode-se dizer que a luz no fim do túnel finalmente apontou. Se você já passou por isso ou se está preocupado com o bem-estar dos seus filhos em relação ao assunto, acompanhe agora mesmo nosso post e conheça essa nova forma de combate à agressão.


Afinal de contas, o que é bullying?

Bullying é um termo em inglês originado da palavra bully, que significa valentão. Hoje em dia a palavra tomou para si um significado mais grave, nomeando um ato praticado por uma única pessoa ou por um grupo contra alguém. Esses atos de agressões, que podem ser físicas ou verbais, costumam ser constantes e se repetir por diversas vezes. Os motivos que levam ao bullying podem ser diversos, incluindo divergências em relação a religião, raça, origem, país e até opiniões ou preferências! Às vezes simplesmente ser diferente dos demais em um determinado ambiente já é tido como motivo para esse ato nada aceitável.
Segundo pesquisa recente feita pela IBGE, quase um terço (30,8%) dos estudantes brasileiros já sofreram Bullying. Palestras, debates, normas e conscientização nas escolas são formas de evitar a prática. Mas porque ainda assim tantas crianças são vítimas desse mal?
“Baixa auto-estima, dificuldade de relacionamento social e no desenvolvimento escolar, fobia escolar, tristeza, agressividade, depressão. Esses são apenas algumas das consequências que uma pessoa que sofreu ou sofre bullying pode apresentar. Essas pessoas são alvos mais visados e tornam-se mais vulneráveis por apresentarem alguma característica que sirva de foco para as agressões, como por exemplo: obesidade, baixa estatura, deficiência física, ou outros aspectos culturais, étnicos ou religiosos”, explica Rodrigo Fonseca, fundador da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional.
Segundo o especialista, muito além de uma conscientização dos males que o bullying pode ocasionar, as pessoas precisam ir para a prática.
 “As pessoas aprendem desde muito cedo o que NÃO devem fazer, mas não aprendem o principal: o que DEVEM fazer para ajudar o outro e a si mesmo”, enfatiza Fonseca.
Para ele, devemos fazer o oposto para acabar com essa prática que gera tanto sofrimento em crianças e adultos: além de não destacar os pontos negativos, fazer o inverso: elogiar, destacar os pontos fortes e qualidades das crianças e adultos.
Considerando que o bullying já é uma prática muito antiga, mas que ganhou muito mais força e destaque quando a ação foi “nomeada”, a Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional decidiu levantar a bandeira do que se deve ensinar às crianças, ou seja, o “PRAISING”, que em inglês significa elogiar e destacar as qualidades.
Portanto, a partir de agora existe um nome que deve ser ensinado dentro das famílias e escolas… PRAISING!
Rodrigo sugere que essa prática deve começar em casa, pois tudo o que os pais ou pessoas mais próximas dizem e fazem tem influência direta na forma como a criança se comporta fora de casa.
  • Os pais devem ajudar as crianças a lidar e valorizar as diferenças, procurando questionar e trabalhar os preconceitos dentro de casa.
  • Devem sempre reconhecer por meio de palavras quando elas acertam ou fazem algo positivo, explicar quando elas estão erradas, mostrar que elas têm muitas qualidades e são únicas, assim como seus colegas e as pessoas que vivem ao seu redor também tem suas qualidades, erros e acertos.
  • O comportamento dos pais também são espelhos para as crianças.
“Quando uma criança ouve seus pais trocando elogios e reconhecimentos, ela repete isso fora de casa. Da mesma forma, quando ela ouve ofensas, críticas e descasos, também repete.”
O ideal seria que, além do ambiente familiar, as escolas também ensinassem as crianças a lidarem com suas diferenças, sempre incentivando-as a reconhecer qualidades e talentos, tanto os seus quanto dos colegas.
“Pensando nesse contexto, nós da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional, estamos em fase final do ‘Projeto Inteligência Emocional nas Escolas’, que levará a Inteligência Emocional como uma disciplina, desde o Ensino Fundamental até o Superior. Essa é uma maneira de criarmos uma sociedade de indivíduos com a sua auto-imagem mais positiva e confiante, o que resulta em pessoas mais saudáveis e felizes por meio da prática do PRAISING!”, finaliza Rodrigo Fonseca.

E o que vem a ser a Inteligência Emocional?

A Inteligência Emocional ensina os indivíduos a conviverem da maneira mais amena possível com seus próprios sentimentos, de modo a lidarem bem com as diversas situações da vida que os envolvam. Por meio da Inteligência Emocional uma pessoa aprende a se conhecer e a ter total controle sobre suas emoções, o que muda completamente sua perspectiva de vida e facilita a superação de obstáculos ao longo do caminho. Com esse controle o percurso definitivamente se torna menos sinuoso.

Qual é seu papel na prevenção do bullying?

Nesse contexto, o papel desempenhado pela Inteligência Emocional é muito importante, sendo capaz não só de fazer com que o agredido lide melhor com a situação como de prevenir que os atos efetivamente aconteçam, já que até os agressores aprendem sobre o respeito ao espaço do outro, beneficiando-se dessa lição para a vida toda.
A primeira educação que recebemos é no seio familiar, certo? Nesse ambiente damos início à formação da nossa personalidade e do nosso caráter. Até então tudo bem. Mas aí a criança precisa entrar para a escola, tendo ali seu primeiro convívio em sociedade. Nesse ambiente passa a ter contato com diversos tipos de pessoas, precisando aprender a lidar com elas. E é nesse momento que a Inteligência Emocional pode ajudar — e muito!

Como a Inteligência Emocional deve ser trabalhada?

A Inteligência Emocional deve ser trabalhada desde cedo, logo nas escolas. Para isso, os profissionais que fazem parte desse ambiente devem ser devidamente preparados. É importante também que haja uma cooperação produtiva entre o ambiente escolar e o contexto familiar para que o desenvolvimento da Inteligência Emocional seja completo.
Pensando nisso, Rodrigo Fonseca vem desenvolvendo um projeto para inserir o ensino da Inteligência emocional como disciplina em escolas. Diz o profissional que a SBie já está na fase final do Projeto Inteligência Emocional nas Escolas, que levará esse aprendizado desde o Ensino Fundamental até o Superior, sempre com o objetivo de se criar uma sociedade de indivíduos com uma autoimagem mais positiva e confiante, o que resulta em pessoas mais saudáveis e felizes por meio da exaltação das qualidades das pessoas — o chamado praising!
Se houver uma preocupação real em ensinar às crianças a lidarem com as diferenças e com os diversos tipos de pessoas e situações que podem aparecer em seus caminhos, o bullying poderá ser evitado e, com ele, suas consequências também desaparecerão. Assim a sociedade poderá formar adultos menos ansiosos, com menos receios e inseguranças, ao mesmo tempo em que são mais conscientes, produtivos, decisivos e ativos. Melhor arregaçar as mangas e começar os trabalhos, não acha?


Mas antes pare por um minutinho e nos conte aqui se você já conhecia a Inteligência Emocional! Seus filhos por acaso vêm passando ou já passaram por alguma experiência traumática na escola? Deixe seu comentário e participe da conversa!

SOLUÇÃO PARA O BULLUNG SERIA MUDAR O FOCO


Bullying: hoje o foco é quem pratica

Para se constatar um bullying é necessário a presença de três personagens: o agressor, a vítima e a testemunha, e geralmente, o foco sempre será a vítima, a preocupação é tanta com os prejuízos que aquilo pode causar nela que muitas vezes esquecemos que o agressor é na verdade quem mais precisa de cuidados.

A vítima daquele bullying precisará de muita assistência sim, de um acompanhamento psicológico, mais isso será para prevenir que se torne um adulto com algum tipo de problemas, algum trauma, ou algum distúrbio, quem sofre com o bullying são pessoas saudáveis, aparentemente mais frágil, com dificuldade em se defender, tímidas, mais isso não é um problema.
A assistência será como prevenção.

O problema na verdade está no agressor, que geralmente reproduz algum tipo de violência que ja tenha sofrido, e que para se sentir bem, é necessário, humilhar, criticar, mostrar que é mais forte, e muitas vezes a forma que acha pra fazer isso é agredindo não só verbalmente, mas em casos extremos,  a agressão se torna física, e para isso ele escolhe uma vítima para praticar o bullying. Esses agressores precisam urgente de um acompanhamento, pois se diagnosticado que ele seja quem pratica o bullying isso já é de fato um problema grave, mas por trás daquilo e sem auxílio esse agressor poderá se tornar um adulto com sérios problemas, o acompanhamento deverá ser rápido e contínuo, até para tentar descobrir o que levou a fazer tal coisa.

Meu filho sofreu bullying na escola, a coordenação me chamou pra me comunicar o fato, junto com a professora dele que me relatou tudo que estava se passando dentro da sala de aula, a minha primeira reação foi chorar, e muito, pensei até que não fosse conseguir reagir para ajudar meu filho, mas uma mãe nunca abandona o seu quando mais ele precisa, então enxuguei as lágrimas e tive a minha segunda reação, imediatamente mudei ele de turno, com o auxílio, e o aval da psicopedagoga da escola que estava participando da conversa.  Aquela minha atitude, também faria um estrago na cabecinha do meu filho, então foi ai que partir para a terceira reação, procurei uma psicóloga e passei a levar meu filho.

Uma das coisas que fiz também e faço até hoje, é conversar com ele e mostrar como ele é amado, mostro as pessoas ao redor dele e digo como elas o amam muito.

Bem...sobre o agressor, nada aconteceu com ele foi quem teve que mudar meu filho de turno pois ele já tinha contaminado a turma toda.

E pra piorar ele é filho de uma amiga minha, uma super amiga mesmo, e a coordenação da escola mesmo sabendo da nossa amizade apontou ele como principal agressor e me disse que eu poderia ficar à vontade para conversar com ela, até porque ela seria chamada lá no outro dia, então sai da escola direto pra casa dela, cheguei chorando ela se assustou mas a medida que eu ia contando ela chorava também, e no meio da nossa conversa ela me fez um pedido, que eu não mudasse meu filho de turno que eu deixasse ele lá para que ela "concertasse" o filho dela, a resposta não poderia ser outra a não ser:"meu filho ja sofreu demais por causa do seu, e agora você me pede que ele sirva de cobaia para você ensinar ao seu o que é certo ou errado? sinto muito mais é claro que a resposta é não, já chega." Foi uma conversa muito dolorida, mais foi franca, a dor de uma mãe que via o seu filho sofrer e a dor da outra mãe em saber que o sofrimento dele era justamente por causa do filho dela.

O pai do agressor nunca permitiu que ele frequentasse um psicólogo, ele disse que o filho dele não era "maluco" e realmente não era, tinha qualquer outro tipo de problemas mas maluco ele não era mesmo!!

O meu para prevenção de problemas,  até porque ele não tinha nenhum, até hoje frequenta psicólogo, no início chegou a fazer duas sessões por semana, agora ele faz apenas uma. Ele é um menino querido por todos ao redor, não recebo nem nunca recebi nenhum tipo de reclamação a respeito de seu comprtamento nem na escola e nem no meu prédio, é uma criança calma e amorosa, infelizmente já do agressor não posso falar o mesmo, sempre problemático, levando as pessoas a sua porta para contar um mal feito seu.

Ai então eu te pergunto:com quem está o problema? Quem merece acompanhamento rigoroso? O foco é o meu filho?


Bibliografia:


http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/sociologia/violencia-escolar.htmhttps://www.youtube.com/watch?v=M6EQh7WeVHI
http://www.sbie.com.br/blog/bullying-como-combater-a-agressao-por-meio-da-inteligencia-emocional/
http://eueosquatro.blogspot.com.br/2015/10/bullying-hoje-o-foco-e-quem-pratica.html


Trio Polo de Três Rios:

1) Marisa Alessandra Diniz- Mat 14112080281
2) Juliane Silva do nascimento Nepomuceno   matricula 14112080304

3) Paula Carolina D.Andrade Mauro Matrícula: 14112080316


Violência escolar 


As notícias não param na mídia quando o assunto é violência, está em todos os lugares.E em se tratando das escolas é o lugar onde também encontramos a reprodução do que acontece na sociedade e no dia a dia das crianças e adolescentes.A escola como instância de aprendizagem de conhecimentos e de valores, ética , tem-se configurado como um espaço de proliferação da violência, até mesmo mortes. É um espaço em que os alunos, em plena fase de desenvolvimento, se deparam com, constroem e elaboram experiências de violência. Todavia os alunos são ao mesmo tempo socializados e singulares; lapidados pela escola e pela sociedade, ao mesmo tempo constroem a si próprios.



Tipos de violência
A violência que as crianças e os adolescentes exercem , é antes de tudo, a que seu meio exerce sobre eles COLOMBIER et al.(1989). A criança reflete na escola as frustrações do seu dia-a- dia.
É neste contexto que destacamos os tipos de violência praticados dentro da escola .
  • Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)
  • Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente ao convívio diário do adolescente.
  • Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte , desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento". (ABRAMOVAY ; RUA , 2002, p.335) a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. ABRAMOVAY ; RUA ( 2002)
  • Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar, pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar das atividades das guangues " ABRAMOVAY et al. (1999)





Bibliografia:


http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/sociologia/violencia-escolar.htm

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Introdução ao Blog do Pólo Três Rios

Esse espaço será destinado ao compartilhamento das pesquisas na disciplina GSE2 sobre as experiências dos profissionais da educação, em especial, Pedagogos Gestores atuantes na função de  supervisores, orientadores educacionais e coordenadores, na Educação Básica.




Trio Polo de Três Rios:

1) Eliza de Paula - Mat.: 15112080386

2) Luana Bitencourt - Mat.: 14112080299

3) Roberta de Souza Santana Guimarães - Mat.: 14112080306



O TRABALHO DO ORIENTADOR EDUCACIONAL NA SALA DE AULA

Essa reportagem sobre a orientação educacional chamou minha atenção, porque ela nos leva a perceber o grau de importância desse profissional no ambiente escolar, pois seu trabalho permite potencializar a aprendizagem dos alunos, tratando também de temas sensíveis no grupo escolar.

E isso é uma ótima oportunidade para ouvir as demandas dos envolvidos, analisar e resolver coletivamente os conflitos que surgem. Dessa forma, o orientador educacional pode ajudar os alunos a planejar, executar ações e colaborar na solução de problemas, relacionadas à aprendizagem, mas também no que diz respeito às relações sociais.

Bibliografia: http://gestaoescolar.org.br/comunidade/orientador-educacional-sala-aula-605875.shtml


Por: Eliza de Paula - Mat.: 15112080386

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Achei essa citação bastante interessante, nos leva a pensar acerca do papel do pedagogo. Muitos acham ser apenas este, desenvolvido dentro de instituições escolares...

“(...)o pedagogo é todo profissional que lida com a formação de sujeitos, seja em instituições de ensino, seja em outro lugar.” (LIBÂNEO, 2006, p.215)


Por: Luana Bitencourt - Polo Três Rios



A ideia de pedagogo vai muito mais além de ser um professor, mas ele é um pesquisador que atua além dos limites escolares, de uma forma bastante ampla, visto que ele trabalha não no processo de formação de alunos, mas sim, mo processo de formação humana e isso existe em espaços escolares e não-escolares também.

Por: Luana Bitencourt/ Roberta de Souza Santana Guimarães e Eliza de Paula (Polo Três Rios)

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Dando continuidade, achei esse texto do mesmo autor citado acima, que explica a função do pedagogo. Muitos associam o pedagogo a figura de professor e a função vai muito além disso, sendo o cientista da educação.

"Pedagogia é, então, o campo do conhecimento que se ocupa do estudo sistemático da educação do ato educativo, da prática educativa como componente integrante da atividade humana, como fato da vida social, inerente ao conjunto dos processos sociais. Não há sociedade sem práticas educativas. Pedagogia diz respeito a uma reflexão sistemática sobre o fenômeno educativo, sobre as práticas educativas, para poder ser uma instância orientadora do trabalho educativo. Ou seja, ela não se refere apenas às práticas escolares, mas a um imenso conjunto de outras práticas. O campo do educativo é bastante vasto, uma vez que a educação ocorre em muitos lugares e sob variadas modalidades: na família, no trabalho, na rua, na fábrica, nos meios de comunicação, na política, na escola. De modo que não podemos reduzir a educação ao ensino e nem a Pedagogia aos métodos de ensino. Por consequência, se há uma diversidade de práticas educativas, há também várias pedagogias: a pedagogia familiar, a pedagogia sindical, a pedagogia dos meios de comunicação etc., além, é claro, da pedagogia escolar." (LIBÂNEO, 2001, p. 6-7). 

Por: Roberta de Souza Santana Guimarães - Polo: Três Rios

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SÍNDROME DE BOURNOUT




Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia num mundo cada vez mais competitivo. A Síndrome de Burnout é uma das consequências deste ritmo atual: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes. O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e psicológicos da pessoa. Afinal, traduzindo do inglês, “burn” quer dizer “queima” e “out” significa “exterior”.
Em geral, a síndrome atinge profissionais que lidam direto e intensamente com pessoas e influenciam suas vidas. É o caso de pessoas das áreas de educação, assistência social, saúde, recursos humanos, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas.
SINTOMAS:
Os sintomas até podem se confundir com os da depressão: mudanças de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, falha da memória, ansiedade, tristeza, pessimismo, baixa autoestima, entre outros.
Além do tratamento, que inclui terapia e medicamentos, como antidepressivos, se faz necessária uma mudança no estilo de vida. A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem entrar para a rotina, pois ajudam a controlar os sintomas.
A qualidade de vida é uma das armas para prevenir a Síndrome de Burnout. E isso inclui cuidar da saúde, dormir e alimentar-se bem, praticar exercícios e manter uma vida social bem ativa.
Por: Luana Bitencourt/ Roberta de Souza Santana Guimarães e Eliza de Paula (Polo Três Rios)
Referência bibliográfica: http://www.uniica.com.br/artigo/sindrome-de-burnout-a-doenca-do-esgotamento-profissional/
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 Texto Pessoal:

            Vejo que por todas as definições da Síndrome de Bournout, me parece que está doença é cada vez mais comum nos dias de hoje. No caso do ambiente escolar, vemos uma grande pressão e exigência que os professores sofrem para dar conta de cumprir esse ou aquele cronograma, prazos, datas, enfim...e, por muitas vezes, sem o apoio que precisa de todo o sistema educacional, da escola, dos alunos e dos pais, sente-se desvalorizado e é aí que o esgotamento começa, gerando essa Síndrome.

          Algo que achei muito interessante a respeito dessa Síndrome é um de seus fatores característicos chamado de "despersonalização", que é o distanciamento emocional da pessoa que está com a Síndrome em relação ao outro. No caso do professor, o aluno é afetado por esse distanciamento e, daí a gente pode deduzir que grandes consequências no processo de ensino-aprendizagem começam a surgir, já que a qualidade do atendimento sofre impacto, logo, professor e alunos acabam sofrendo com tal problema.


Por: Luana Bitencourt (Polo Três Rios)


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        Aqui nós achamos um vídeo interessante que explana um pouco mais sobre essa Síndrome:



Por: Luana Bitencourt/ Roberta de Souza Santana Guimarães e Eliza de Paula (Polo Três Rios)